
Um a um, os sentidos desfilaram sobre a forma de poemas de Jorge Sousa Braga (A Alfazema), Eugénio de Andrade (Cantas) e António Ramos Rosa (A Pedra). Deliciaram-se ainda com a ‘Bolacha Maria’ de António Mota e surpreenderam-se com o ‘Livro Negro das Cores’ de Menena Cottin.
De olhos vendados, cheios de curiosidade e coragem, entraram no jogo do faz-de-conta e sentiram na primeira pessoa as mesmas sensações do Tomás. Viram as cores através do olfato, tato e paladar. Construiram histórias a partir de sons e quadros famosos, dando asas à imaginação, identificando os vários sentidos a partir de estímulos diversos.

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